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CULTURA

ESPAÇOS CULTURAIS

1. TEATRO DE ARENA
O Teatro de Arena foi inaugurado em 5 de novembro de 1965, tornando-se palco das mais diversas manifestações culturais, corporativas e associativistas. Localizado na Praça Mal. Deodoro – Praça da Bandeira, Centro, é dotado de dois camarins e tem capacidade física para 3.000 pessoas. Suas atividades e uso são subordinados ao Departamento de Artes da Fundação, através da Coordenação de Arte Cênicas.

 

Dentre os eventos ali realizados citamos

• FESTIVAL DE MÚSICA CHAPADA DO CORISCO – CHAPADÃO (maio)
• FESTIVAL DE TEATRO DE BAIRROS (outubro)
• FESTIVAL NACIONAL DE VIOLEIROS (agosto)
• PROJETO ENQUANTO O ÔNIBUS NÃO VEM (sexta-feira)

FONE: (86) 3215-7827

2. CASA DA CULTURA
Casarão do século XIX, antiga residência do Barão de Gurguéia, tombada pelo Departamento de Patrimônio Histórico Artístico e Natural. Abriga em suas instalações  bibliotecas; museu; Coordenações de Cinema, Vídeo e Fotografia; Coordenação de Artes Plásticas; Sala de Vídeo com 50 lugares; auditório com capacidade para 60 assistentes; Orquestra Filarmônica do Piauí; Coral da Cidade e Balé da Cidade de Teresina. Dotado ainda de galeria de arte e pátio para eventos.
A Casa da Cultura de Teresina, inaugurada em 12 de agosto de 1994, ocupa uma edificação construída entre 1870 e 1880, pelo Sr. João do Rego Monteiro, o Barão de Gurguéia (1809-1897), para sua residência e família. Segundo historiadores, além de residência, a casa serviu também como quartel e enfermaria.

Entre 1906 e 1911, o Monsenhor Joaquim d’Almeida instalou um Seminário no prédio e, em 1913, os herdeiros do Barão venderam o prédio para a Diocese de Teresina, que deu continuidade ao Seminário.

Depois de fechado, o casarão foi transformado em residência episcopal, tendo sofrido algumas alterações na fachada principal, na gestão de D. Otaviano Pereira de Albuquerque. Seu substituto, D. Severino Vieira de Melo, reabriu o Seminário, construindo um anexo par sua residência, no estilo do prédio original. Com a transferência do Seminário para outro local, nele passou a funcionar, por vários anos, a sede do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) no Piauí, para depois abrigar, também por longo período, o Colégio Pedro II, que fez diversas modificações no prédio. Em 1986, foi tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico, Artístico e Natural do Piauí.

O prédio é um dos mais bonitos exemplares da arquitetura eclética piauiense da segunda metade do século XIX, com aplicação das tradicionais ogivas nas portas e janelas.
Em 1993, iniciaram-se as obras de restauro do prédio através de convenio firmado entre a Prefeitura de Teresina e o Governo do Estado do Piauí. O pavimento superior foi cedido, pelo prazo de vinte anos em forma de comodato, pela Arquidiocese de Teresina à Prefeitura, que alugou o pavimento térreo para complementar a ocupação do edifício. Assim, em 1994, após restaurada, foi inaugurada a Casa da Cultura de Teresina no imponente casarão da Praça Saraiva, pelo Governador Guilherme Melo e Prefeito Wall Ferraz.

Objetivando preservar, promover e divulgar a cultura do Estado e especialmente a do município, a Casa da Cultura proporciona a estudantes, pesquisadores, turistas e á comunidade em geral a oportunidade de ampliar seu conhecimento, através de visitas a seu acervo museológico, de consulta às fontes de pesquisa bibliográficas e arquivísticas, da formação cultural e do lazer por meio de cursos, oficinas de arte e outras atividades culturais.
A Casa da Cultura de Teresina abriga:
• Biblioteca Jornalista Carlos Castello Branco : com acervo de 4.927 livros e 918 periódicos
• Biblioteca de Artes Wall Ferraz: acervo em torno de 1.500 livros e mais de 300 periódicos
• Museu com o seguinte acervo:
- Mostra de Geologia, Paleontologia e Numismática;
- Coleção Fotográfica José Medeiros – arquivo fotográfico, livros, recortes de periódicos, troféus, telas, cartografia, objetos indígenas, objetos de trabalho e pessoais do fotógrafo e cineasta,;
- Coleção Carlos Castello Branco – com homenagens, livros, periódicos e objetos pessoais do jornalista, como o fardão da Academia Brasileira de Letras;
- Coleção Arquidiocese de Teresina, objetos sacros, oratórios e paramentos;
- Coleção Historiador Josias Clarence Carneiro da Silva – objetos sacros, mobiliário, porcelanas e instrumentos musicais;
- Coleção Professor Noé Mendes de Oliveira- objetos sacros.
- Memorial Professor Wall Ferraz – biografias, fotos, homenagens e objetos pessoais;
- Galeria de Artes Lucílio Albuquerque
- Auditório Professor Clemente Fortes – com 60 lugares
- Sala de Artes Cênicas
- Sala de Vídeo – com 50 lugares e uma videoteca abrangendo documentário, filmes de longa e curta metragem e clipes
- Sala de Artes Plásticas
- Sala da Orquestra de Câmara de Teresina
- Laboratório-escola de Fotografia
- Salas para as coordenações
- Varandão Cultural
- Pátio com palco a céu aberto
- Dependências de apoio (cozinha, banheiros e depósitos)

A Casa mantém várias exposições permanentes, com destaque para a de fotos antigas de Teresina e para sua pinacoteca, com telas de artistas plásticos como: Afrânio Castelo Branco, Heloísa Cristina, Dora Parente, Josefina Gonçalves, Nonato Oliveira, Portelada, Fernando Costa, J. Brito, Kátia Paulo e outros grandes nomes.

Com programação variada, a Casa da Cultura oferece visitação orientada para estudantes com exibição de vídeos educativos e acesso ao Memorial e ao Museu; atendimento personalizado nas duas bibliotecas; cursos e oficinas em diversas áreas e sessões de vídeos três vezes por semana.

Rua Rui Barbosa, 348 – Praça Saraiva
Fone-fax: 3215-7849

3. TEATRO DO BOI
Antigo Matadouro Municipal transformado em Teatro Oficina em 1987, situado na zona norte da cidade. Desenvolve trabalho artístico voltado à população carente da região com oficinas de capoeira, artes plásticas (desenho, pintura e reciclagem), bumba-meu-boi mirim, teatro, dança e música. Cerca de 250 crianças são beneficiadas com as oficinas permanentes que tiveram, em 2005, ampliação no número de vagas.

O CIARTE – Centro Integrado de Arte do Matadouro foi criado em 15 de agosto de 1987. Foi batizado carinhosamente como Teatro do Boi por estar localizado no antigo matadouro municipal. Abriga, em suas instalações, um espaço cênico com capacidade para 160 pessoas, sala de dança dotada de barras e espelho, Biblioteca Fontes Ibiapina com acervo didático, Galeria de Artes Fernando Costa e, anexo ao prédio, a “Quadra do Berro” voltada para manifestações folclóricas e dinâmicas de grupo. A Banda Infanto-juvenil Wall Ferraz também utiliza o Teatro do Boi para ensaios semanais.

BOI MIRIM ESTRELA DALVA
O Boi Mirim Estrela Dalva também foi formado a partir da oficina de bumba-meu-boi, criada para transmitir às crianças o significado e a importância dessa manifestação genuinamente piauiense. É coordenado pelo Mestre Chagas e reúne 30 crianças que, quando atingem a idade de 15 anos, cedem espaço para novos integrantes. O grupo realiza apresentações por toda a cidade principalmente durante as festividades juninas mostrando o belo figurino, os instrumentos e a alegria de contribuir para perpetuar o movimento que faz parte da tradição cultural da cidade.
End.: Rua Rui Barbosa, 3033 – Bairro Matadouro, zona norte
Fone: 3215-7829

4. ESCOLA DE DANÇAS FOLCLÓRICAS DE TERESINA
Em anexo ao Teatro do Boi está localizada a Escola de Danças Folclóricas de Teresina que dispõe de sala de dança completa, dois camarins e banheiro. A Escola atende a cerca de 100 crianças que fazem aulas de dança sob a coordenação do bailarino Valdemar Santos.

5. EXPO-THE E ESPAÇO CULTURAL TRILHOS
Dentro das comemorações do sesquicentenário da cidade (2002) foram inaugurados dois novos espaços culturais nos galpões da antiga Estação Ferroviária: a Expo-The que reúne, em exposição iconográfica permanente, grande acervo sobre a história de Teresina, e o Espaço Cultural Trilhos, destinado a apresentações e divulgação dos trabalhos de artistas locais nas áreas de música, dança, artes cênicas, lançamento de livros e exposições.

Um programa que já se tornou tradicional nas quintas-feiras da cidade é apresentação do grupo Trombone e Cia no Espaço Trilhos. A iniciativa é do Clube do Choro de Teresina que reúne chorões de todas as idades para curtir um dos mais genuínos ritmos brasileiros.

Av. Miguel Rosa, 3017 – Centro/Norte Cep: 64018-560
Fone: (86) 3215-7848

6. TEATRO ESCOLA JOÃO PAULO II

O Teatro-Escola João Paulo II, localizado na região Grande Dirceu, foi inaugurado no dia 13 de agosto de 2005 dentro da programação de aniversário de 153 anos de Teresina.

O Teatro é fruto do anseio da população daquela comunidade que há muito reivindicava um espaço cultural de grande porte, pois além de ser uma das regiões mais populosas, abriga uma quantidade considerável de artistas e grupos da cidade.

Criado para ser um teatro-escola, o espaço conta com salas de aulas de dança, de teatro e ainda uma biblioteca que devem atender a crianças e adultos do Dirceu e bairros adjacentes. O espaço cênico é totalmente ambientado e tem capacidade para 313 pessoas. Na parte estrutural abrigará modernos equipamentos de som e luz. Possui ainda dois camarins montados para receber os artistas.

Logo na entrada, quatro grandes painéis pintados pelos artistas plásticos Cybelli Rocha e João Neto recepcionam os visitantes. Com temas que envolvem a música, o teatro e a dança, os painéis dão um colorido especial ao hall.

Av. Joaquim Nélson,  1861 – Dirceu I – CEP: 64.078-600.

Fone: (86) 3232-1617

7. ESCOLA DE MÚSICA ADALGISA PAIVA
A Escola de Música Adalgisa Paiva foi criada através de convênio celebrado entre a Fundação Estadual de Cultura e do Desporto do Piauí, com a interveniência do Governo do Estado do Piauí e a Universidade Federal do Piauí, tendo como objetivo a implantação de um programa de incentivo à cultura artística piauiense, destinado à descoberta e a formação de jovens músicos, bem como uma melhor qualificação e aproveitamento de profissionais que já desenvolvem atividades na área. Este convênio teve duração de 10 meses.

No ano de 2003, visando o funcionamento da Escola, a Prefeitura de Teresina, através da Fundação Cultural Monsenhor Chaves e a UFPI assinaram seu primeiro Termo Aditivo ao convênio nº 003/2003, de 30 de junho de 2003, com vigência até 1º de julho do mesmo ano.

Hoje a Escola funciona em instalações próprias, construídas em espaço da Universidade Federal do Piauí, liga ao Centro de Ciências da Educação, oferece atividades de ensino nos três turnos durante toda semana. O novo espaço conta com: uma sala de ensaios de grandes grupos instrumentais e vocais podendo ser usada com aulas do programa do curso; uma sala para ensaios de grupos de câmera instrumentais e vocais, também podendo ser usada com aulas; e seis cabines para estudo e aula de instrumento.

Todas as salas relacionadas são climatizadas e recebem revestimento acústico. Alem dessas, outras duas salas, com capacidade para 50 alunos são destinadas para aulas de História da Música, de Teoria e Percepção Musical e Harmonia.

Além das salas já citadas, a Escola tem sala da coordenação (diretoria), secretaria, estúdio, almoxarifado, copa e dois banheiros. A EMAP também visa preparar alunos que queiram ingressar no curso superior de Música da UFPI através do curso específico de Teoria e Percepção Musical.

Além de um significativo trabalho desenvolvido junto à comunidade como musicalização de crianças e pessoas da terceira idade, a Escola realiza constantemente apresentações artísticas por toda a cidade, onde alunos e professores mostram ao público o resultado da aprendizagem. Dentre os grupos instrumentais e vocais formados dentro da Escola destacam-se a Orquestra Ray Connif, O Grupo de Choro e a Big Band.

Periodicamente são realizados workhsops com músicos convidados com o objetivo de acrescentar conhecimento aos alunos, professores e músicos da comunidade teresinense. Dentre os artistas convidados estiveram na EMAP: Danilo Caymmi, pianista Jaci Toffano (SP), Nivaldo Ornelas, Robertinho Silva, Luis Alves, Mike Ellis, Nélio Costa e Eládio Jardas.

SELEÇÃO
O preenchimento das vagas segue o seguinte critério: 60% das vagas para alunos musicalmente iniciantes e 40% para alunos iniciados. Os testes de seleção geralmente são bastante concorridos e chegam a receber mais de mil candidatos.

ATIVIDADES DE ENSINO
A grade curricular prevê disciplinas distribuídas ao longo de três anos.

-Prática de Conjunto Vocal – conhecimento do repertório coral com finalidades educativas e artísticas; conhecer a anatomia e fisiologia do aparelho respiratório e fonador e também se familiarizar com a teoria e prática da interpretação vocal;
-Prática de Conjunto Instrumental – interpretação de obras musicais de períodos, estilos, pesquisa e prática e repertório;
-Disciplinas de formação individual (voz e instrumento) –técnicas de execução instrumental ou vocal e prática de execução de repertório solo e em conjunto;
-Teoria e Percepção Musical – fundamentos da teoria e da prática musical;
-Harmonia – técnicas de harmonização de melodia
-História da Música – história da música ocidental, desde a Idade Média até hoje, envolvendo os principais aspectos estéticos e estilísticos da música. Abrange também a história da música no Brasil e história do jazz;
-Laboratório de Tecnologia Musical – tornar acessível ao aluno o que a informática, associada á tecnologia MIDI oferece no campo da música;
-Regência Musical – conhecimento das técnicas de regência.
-Atividades Artísticas – SARAU – um recital realizado em cada semestre com a participação dos grupos instrumentais e alunos de instrumentos da Escola;

ENSAIO GERAL:
um recital com participação livre dos alunos interessados. É organizado bimestralmente com inscrições abertas até o momento da apresentação; EXTRAS: através da solicitação dos parceiros, grupos instrumentais e vocais participam de eventos em horários alternativos.

Theatro 4 de Setembro
Praça Pedro II – centro

Conheça um pouco da história do Theatro

No dia 4 de setembro de 1889, um grupo de senhoras da sociedade teresinense levou uma proposta de edificação de um teatro ao presidente da província do Piauí, Teófilo Fernandes dos Santos.

Atendendo o anseio popular, foi lançada, no dia 21 de setembro do mesmo ano, a pedra fundamental para a construção da obra. No dia 21 de abril de 1894, Manuel Raimundo da Paz, mestre responsável pela obra e que depois seria nomeado o primeiro diretor da Casa, entregava o Theatro ao governador Coriolano de Carvalho e Silva. Mas não houve espetáculo, porque não havia cenários, guarda-roupas, camarins, equipamento interno e pano de boca.

A partir desta data, toda a sociedade se mobilizou para dotar o espaço de toda na estrutura necessária ao seu pleno funcionamento. Do Rio de Janeiro veio o pano de boca e, do Pará, doze palmeiras, que foram plantadas do lado direito do teatro. Duas figuras de cachorros feitas de louça foram colocadas no alto das duas colunas do prédio. As pessoas pensavam que eram leões. Com o passar dos anos, pequenas reformas melhorariam a estrutura e conforto do Theatro 4 de Setembro.

O primeiro espetáculo apresentado foi a peça dramática “O Pai Desnaturado”, ou “Dom Jorge Aguilar”, pelo Grupo Teatral de Câmara Madureira. A data era 2 de maio de 1895.

De lá para cá, o Theatro 4 de Setembro está sendo marcado por grandes espetáculos locais e nacionais, sendo um espaço onde a cultura é pulsante.

Além da Casa, existem ainda no complexo a Sala Torquato Neto, a Galeria de Artes e o Espaço Cultural Osório Júnior, onde todas as quartas-feiras acontece o projeto Boca da Noite, promovido pelo Governo do Estado, através da Fundação Cultural do Piauí (Fundac).

Alfredo Modrack, o construtor da Fábrica de Sonhos
O engenheiro que planejou o Theatro 4 de Setembro e construiu o edifício que abrigou a Fábrica de Sonhos dá nome a uma rua no bairro das Laranjeiras no Rio de Janeiro, onde residem alguns de seus descendentes e onde faleceu na década de 30 do século passado.
Temos também notícias das proezas do alemão em Natal-RN, onde construiu uma ponte metálica até hoje gabada pelos potiguares e onde também residem alguns de seus descendentes.
No Piauí, no entanto, onde seu nome se liga umbilicalmente não apenas à saga do Dr. Sampaio mas também à construção do mais importante (e belíssimo) Teatro em funcionamento no Estado, aqui se insiste em desconhecer a importância deste engenheiro alemão que fez do Brasil a sua segunda pátria.

Museu do Piauí
Praça Marechal Deodoro,900 – centro – Museu do Piauí – Fundado em 1934, como uma seção do Arquivo Público do Piauí, sob a orientação do professor Anísio Brito. No ano de 1980 foi restaurado e tornou-se o Museu do Piauí, organizado em convênio com a Fundação Joaquim Nabuco de Recife. Está sediado no antigo casarão do Comendador Jacob Manoel Almendra, local que também já sediou o governo estadual. Existem quinze salas para visitação com exposições permanentes que contam a história do Estado através de aproximadamente 2 mil peças.

Quiosques do Poty
Av. Raul Lopes

Quiosque Caneleiro
Quiosque Canaúba
“Tenda da Baiana”
Quisque Ipê
Quiosque Cajueiro
“Sabores Típicos”
Quiosque Mangueira
“Comidas Típicas”

Clube dos Diários
Rua 13 de Maio, S/N – centro

Teatro João Paulo II
Av. Joaquim Nelson, 1861 – Dirceu

“Sala Madre Escobar” – Fund. CCEPLAR
Rua Raimundo da Paz, 150 – B. dos Noivos

Concha Acústica “Prof. Noé Mendes
Universidade Federal do Piauí – UFPI

Central de Artesanato Mestre Dezinho

A Central de Artesanato  Mestre Dezinho, em Teresina, é uma verdadeira feira de arte da cultura piauiense. Localizada na Praça Pedro II, ela consiste num complexo de 25 lojas que comercializam o melhor da produção artesanal e artística do Estado, além de abrigar a Escola de Música de Teresina e a Escola de Balé. A escolha do nome, Mestre Dezinho, é uma homenagem a um dos maiores artesões que o Piauí já teve, com um trabalho consistente e reconhecido nacionalmente. Na Central de Artesanato podemos encontrar uma variedade de produtos genuinamente piauienses, tanto na arte, moda , como também da culinária local. Esculturas e santos feitos de madeira, produtos em cerâmica, couro, fibras, palha, pinturas, doces, cajuína, cachaças, roupas. Quem quiser conhecer um pouco da cultura do Piauí, pode começar visitando a Central de Artesanato e se maravilhar com os sabores e a sensibilidade de suas obras artísticas.

Veja também:

http://www.ost.art.br/novo/

http://www.fcmc.pi.gov.br/

http://culturapiauiense.webnode.com.br/