Top 10: melhores covers e paródias de “Ai Se Eu Te Pego” no YouTube
O sucesso inesperado e explosivo sucesso da música “Ai Se Eu Te Pego” em todo o o mundo tem inspirado gente de vários cantos a criar covers alternativos, seja para cantar em outra língua ou para fazer uma paródia. No YouTube, em que o clipe de Michel Telójá ultrapassou a marca de 155 milhões de visualizações, é possível encontrar mais de 22 mil resultados ao fazer uma busca com o nome da música. O TechTudo garimpou as dez melhores versões alternativas.
10 - A versão de “Ai Se Eu Te Pego” da banda baiana Cangaia de Jegue não é exatamente um cover inspirado na música cantada por Michel Teló. Na verdade, foram eles os primeiros a gravar a canção, no fim de 2009. O ritmo é um forró um pouco mais lento do que estamos acostumados.
09 - A cantora romena Inna cantou o sucesso de Michel Teló em um de seus shows no início do ano. E não é que ela arriscou no português? Mesmo com sotaque, a moça mandou muito bem! O público também fez coro, acompanhando a letra e a dança. No vídeo, a artista ainda emendou com a canção mexicana La Bamba, famosa na voz de Ritchie Valens.
08 - Falando em artistas da Romênia, outros dois gravaram um cover em romeno, em um estilo influenciado em parte pelo “manele”, gênero musical próprio da região. “Ah ce ti-as face” é cantado por Bogdan Artistu e deSanto, dois cantores famosos em seu país de origem e que já soltaram a voz juntos em outros duetos. No vídeo, eles aparecem se divertindo em um estúdio e até dançando com outras pessoas.
07 - A cantora paranaense Jéssica Queiroz fez mais do que uma paródia: compôs uma “canção resposta” e ainda gravou um clipe. A letra de “Se você me pegar” é bem parecida com a original, porém contada sob o ponto de vista da menina da música de Michel Teló.
06 - Não demorou muito para artistas de várias nações regravarem a canção em línguas estrangeiras. “Samen Vanavond”, em holandês, é a versão cantada por Tom Haver. Até mesmo o clipe da música parece se inspirar no vídeo original de Michel Teló.
05 - Antes de Michel Teló gravar uma versão oficial em inglês de seu sucesso, o jovemJeronimo lançou na Europa o cover “I Want You Baby”. O cantor nasceu no Brasil, mas foi adotado quando criança por uma família holandesa. No vídeo acima, ele canta no programa holandês Zapp Live.
04 - Na Itália, quem canta é Beto Bahia, um italiano que desde 1991 se divide entre o Brasil e a Europa. A influência da música brasileira é evidente não só em seu nome, mas também nos seus trajes e, claro, nas canções. “Ai Se Io Ti Prendo” é sua versão em italiano para o sucesso de Michel Teló. No clipe, ele aparece acompanhado de dançarinas do Carioca Dance Ballet, um grupo italiano de dança especializado em música brasileira.
03 - Imagine não só dançar, mas “cantar” com o corpo! Foi o que fizeram algumas alunas de fonoaudiologia da Santa Casa de São Paulo, interpretando a letra em Libras, a língua brasileira de sinais para surdos-mudos.
02 - A dupla de humoristas israelenses Yohay Sponder e Meni Malca fez uma paródia de “Ai Se Eu Te Pego” em hebraico. Vestidos como rabinos, eles aparecem no clipe com mulheres em trajes carnavalescos.
01 - O argentino Gonzalo se juntou ao brasileiro Rafael para brincar com a música “Ai Se Eu Te Pego” colocando o Pato Donald para cantar! No vídeo, Gonzalo toca a melodia em seu violão, enquanto Rafael canta imitando a voz do personagem criado por Walt Disney.
Resident Evil: Revelations
Game oferece uma mescla do estilo antigo e novo da franquia, resultando em um dos melhores jogos da série
Era 1996. Resident Evil, em sua cena de introdução com atores reais, mostra Joseph, parte do Alpha Team, vendo algo suspeito envolto pelo mato. Aproximando-se, ele encontra um objeto, que puxa para si. Com a câmera estática, o item entra lentamente em cena, revelando uma arma, porém há algo estranho. Uma mão decepada segura firmemente o cabo da pistola. Ao perceber isso, Joseph berra e imediatamente solta o objeto.
Pule 16 anos para o futuro, para os minutos iniciais de Resident Evil: Revelations, para 3DS. Jill Valentine percebe algo suspeito dentro de um espaço cheio de água turva e gosmenta. Procurando cegamente com sua mão, Jill encontra algo. Ao puxar o objeto para perto de si, vemos que se trata de uma arma. Exatamente como há 16 anos, um braço, inerte, está agarrado a ela. Jill apenas olha para aquilo que segura, sem expressão, e calmamente a coloca no lugar onde estava.
Esse contraste representa aquilo que é Revelations. O descaso dos personagens com o perigo que os cerca e o foco na ação, que surgiram em Resident Evil 4, estão presentes. Porém, a atmosfera do horror e a cadência vagarosa dos primeiros jogos da série também dão o ar de sua graça. Resident Evil: Revelations mescla o melhor de dois mundos e obtém como resultado um dos melhores títulos já feitos da franquia. Ele também é, provavelmente, o melhor jogo disponível até o momento para o 3DS.
Um blend de Resident Evils novos e antigos…
Na maior parte de Resident Evil Revelations você tem o controle de Jill, acompanhada de Parker, a bordo do navio Queen Zenobia. No entanto, a narrativa nos leva de tempos em tempos a outras duplas, às vezes em missões que estão ocorrendo simultaneamente aos eventos vistos por Jill, às vezes em acontecimentos passados.
- Siga o Arena no Twitter e fique por dentro das últimas notícias de games
Essa separação permite que haja dois estilos de jogo dentro de um só. Quando estamos com Jill, Revelations aproxima-se dos primórdios da série. A exploração não é linear e há mais momentos de silêncio e tensão do que de combate. O jogo sabe quando é preciso cessar com a aparição de inimigos para preparar terreno para os segmentos de suspense. Eu não cheguei a tomar sustos, mas com certeza estive constantemente tenso, ansioso por ver o que poderia estar se escondendo atrás da próxima porta – isso, mesmo se tratando de uma tela pequena, em minhas mãos.
Resident Evil: Revelations
Quando o protagonista passa a ser Chris e outros membros da BSAA, o foco passa a ser a ação. Essas são as horas que se aproximam de Resident Evil 4 e Resident Evil 5, em que a quantidade de inimigos é abundante e eles não perdem tempo com apresentações, preferindo correr em grupo em sua direção. Os recursos disponíveis também são condizentes com a natureza dessas partes, com munições e ervas encontradas mais facilmente.
Talvez soe estranho, mas essa mescla funciona. Há sempre um intervalo claro entre os segmentos, o que evita qualquer confusão que o jogador possa sentir sobre como ele deve agir. Mais do que isso, essa decisão permite que não seja preciso haver concessões a um dos dois estilos. A ação pela qual o jogo foi aclamado em Resident Evil 4 está lá, assim como o terror pelo qual a série passou a ser conhecida.
Resident Evil: Revelations
Como nos jogos mais recentes, a mira em Revelations é em primeira pessoa e é possível andar e atirar nessa perspectiva. É válido lembrar que Revelations pode ser jogado com o Circle Pad Pro, acessório que adiciona uma alavanca ao 3DS. Eu não tive acesso ao periférico, porém em nenhum momento o controle padrão foi desconfortável, e não me pareceu ser necessário utilizar uma outra alavanca para conseguir locomover os personagens com maior precisão.
Apesar dos controles serem os dos títulos modernos da série, isso não diminui a proximidade aos Survival Horrors originais que as partes com Jill possuem. O terror se faz presente devido a outros aspectos, como o espaço de manobra nos ambientes fechados e os recursos limitados. Sobre este último, há uma mecânica inteiramente nova apenas sobre isso.
… e uma pitada de Metroid Prime
Logo no início da aventura os protagonistas recebem um scanner. Além de servir para encontrar itens escondidos pelo cenário, ao usá-lo para analisar inimigos progressivamente é enchido um medidor. Quando este chega a cem porcento, somos recompensados com um item de cura. A sacada está no fato de que fazer isso em monstros vivos conferirá uma porcentagem maior ao medidor, mas, com corredores apertados e inimigos que não se movem como lesmas, é difícil conseguir analisá-los e ainda ter tempo de matá-los sem que eles nos ataquem. Isso cria cenários em que o risco e a recompensa devem ser levados em conta, pois as ervas extras, mesmo que úteis, não servirão de muita coisa se você estiver apanhando a cada tentativa de encher o medidor.
Resident Evil: Revelations
O sistema de aprimoramento das armas, parte importante de Resident Evil 4 e 5, retorna, mas dessa vez os armamentos não ficam mais fortes em troca de dinheiro. Para melhorá-los é necessário usar itens de modificações, sendo que cada um deles oferece benefícios específicos, como maior dano, maior velocidade de disparos etc. Eles podem ser encaixados em número limitados nas armas, o que às vezes traz situações em que um armamento tem parâmetros inferiores a outro, porém possui mais espaços para melhorias.
Dito isso, eu não vi muitas vantagens em escolher equipamentos mais fracos, mesmo que eles pudessem receber um número maior de alterações. A razão disso é por não ser permitido encaixar melhorias de tipos iguais na mesma arma, o que me levou a simplesmente usar as mais fortes.
Apesar de sermos o tempo todo acompanhados por um parceiro, a presença deles em nada se assemelha ao que foi feito em Resident Evil 5, em que tínhamos de nos preocupar com a munição e vida de Sheva. Infelizmente eles não são muito úteis, quase não ajudando nos combates.
Querido diário, estou virando um zumbi
Os personagens que nos acompanham podem não ser profundos, mas me surpreendi com o quanto me importava com eles ao final do jogo. Além disso,mesmo que a história seja, digamos, irrelevante ao panorama geral de Resident Evil (com a exceção de um único evento ao término da aventura), os acontecimentos pontuais são bem executados. O estilo que nos coloca no controle de vários protagonistas, em diferentes lugares e tempos, tem um bom ritmo, o que deixa o jogador engajado do começo ao fim. A única coisa com que Revelations realmente não consegue se acertar é o tom.
Resident Evil: Revelations
Existem momentos brilhantes de terror, especialmente devido ao recurso “querido diário, estou virando um zumbi”, em que encontramos relatos dos momentos finais de personagens que descrevem suas transformações em seres horrendos. O horror desses trechos ganha mais força devido a dois chefes que ainda retêm parte de sua consciência e humanidade, criando alguns dos momentos mais assustadores de toda a série.
Não é incomum, no entanto, que tais cenas sejam contrapostas a comentários irônicos e fora de lugar, que às vezes são o suficiente para nos retirar do clima até então obtido. O mais estranho é que há uma dupla de personagens que controlamos que servem de alívio cômico ao jogo e, surpreendentemente, tiram de letra essa função. Não havia necessidade dos outros protagonistas soltarem frases e comentários levianos.
Além da campanha, há um modo um adicional, chamado Raid, que nos coloca em missões curtas, cujo objetivo é chegar ao fim dos estágios. As fases são repletas de monstros e alguns deles possuem características especiais, como maior defesa e velocidade. Ao final, somos recompensados com pontos, que podem ser usados para comprar novas armas e equipamentos. Além disso, os personagens também sobem de nível, o que os habilita a usarem outros armamentos, além de destravar objetivos extras, que devem ser completados no meio das missões.
O modo oferece algum divertimento, especialmente se jogado com outra pessoa, mas sem as desculpas da trama eu não me vi impelido a retornar muitas vezes a ele. Além disso, no modo online, não é fácil encontrar pessoas que estejam no mesmo nível e querendo passar pelas mesmas fases que você. É possível ativar filtros que especificam o tipo de partida que você procura, mas, em minha experiência, só pude encontrar pessoas querendo jogar quando procurando sem nenhuma forma de restrição.
Resident Evil Revelations tem seus tropeços e ideias que não chegam à plenitude, mas, mesmo levando isso em conta, o resultado final ainda é o de um dos melhores jogos da franquia já feitos. Ele combina com perfeição os dois espectros que melhor definiram a série e cria algo que pode vir a ser a nova definição do Survival Horror. Quase um ano após seu lançamento, esse é o jogo que faz o Nintendo 3DS valer a pena.
Nota: 4 de 5
Jogo brasileiro Out There Somewhere chega em 21 de fevereiro
Para PC, plataforma 2D que mistura Metroid e Portal é primeiro jogo comercial do estúdio Miniboss
Capa de Out There Somewhere imita arte das caixinhas dos jogos do Master System
Esqueça por um momento Bioshock, Call of Duty e Resident Evil. Já reparou que o Brasil está fervilhando na produção independente de jogos?
Um dos estúdios brasileiros que mais vem ganhando destaque, inclusive internacional, é oMiniboss, que deu uma entrevista ao Arenarecentemente, em nossa matéria sobre o Global Game Jam. A grupo, que se encontra em Campinas, no interior de São Paulo, está lançando seu primeiro jogo comercial, a aventura de plataforma e quebra-cabeça Out There Somewhere (Lá Fora em Algum Lugar, numa tradução livre).
Leia mais:
- “Só produzimos menos jogos que os EUA”, diz organizador da Global Game Jam no Brasil
- Brasileiros concorrem a prêmio em festival de games independentes com Toren
O jogo chega oficialmente no dia 21 de fevereiro mas já está em pré-venda no site do Minibosspor US$ 5 (R$ 8,60). Quando o jogo finalmente estiver disponível, você poderá encontrá-lo também no site Desura. “Já o Steam é difícil porque eles dão prioridade a jogos que já possuem uma boa avaliação em sites de respeito”, disse a co-fundadora do Miniboss, Raquel “Amora”, ao Arena.
Inspirado pelos classicos da geração 8-bit, Out There Somewhere é um jogo de plataforma no qual você controla um astronauta em um planeta hostil, após a queda de sua nave.
A mecânica principal envolve se teletransportar pelos cenários utilizando o que, à primeira vista, parece uma simples arma. O projétil, contudo, determina onde o jogador será teletransportado, ao atingir um obstáculo. Assim, a partir desse simples conceito, o jogo explora inúmeras possibilidades, mesclando ação e quebra-cabeça com muita criatividade e uma trilha retrô carregada de nostalgia.
- Siga o Arena no Twitter e curta a nossa página no Facebook
O Arena teve acesso antecipado ao jogo e, não há dúvidas: Out There Somewhere é encantador, charmoso, divertido e inteligente. Nossa análise completa dessa pequena jóia brasileira chega em breve, então fique atento!
Os melhores celulares com Android
Os smartphones estão em alta, e o Android certamente é um dos sistemas operacionais mais requisitados do momento. Mas, na hora de escolher qual aparelho comprar, aparece a dúvida:quais são os melhores celulares com Android? Para facilitar sua escolha, o TechTudoreuniu alguns dos melhores modelos com o sistema do Google. Confira!
O aparelho desenvolvido pela Samsung em parceria com o Google é um dos pioneiros a trazerem o sistema Android 4.0 Ice Cream Sandwich. O smartphone tem um belo design, com apenas 8,9 mm de espessura, e conta com uma tela grande, de 4,65 polegadas, e tecnologia Super AMOLED, que proporciona um touch aperfeiçoado e imagem mais brilhante.
Embora ainda não tenha sido lançado no Brasil, o nome da versão nacional já foi divulgado: Galaxy X. Aparentemente, ele não possuirá nenhuma especificação diferente do original.

Apresentado na CES 2012, o Spectrum também tem como destaque principal seu visor. Com uma tela de 4,5 polegadas baseada na tecnologia IPS – considerada por alguns superior à AMOLED – e com a proteção Gorilla Glass, o aparelho conta com Android 2.3 Gingerbread, mas já há previsões de atualização para o Ice Cream Sandwich.
Em relação às câmeras, a traseira possui 8 megapixels, enquanto a frontal, somente 1,5 megapixles. O smartphone conta ainda com uma parceria com o canal ESPN americano, permitindo que o aplicativo do programa SportsCenter venha incluído no sistema, com vídeo em HD disponível.

Entre os aparelhos já lançados no Brasil, o Galaxy SII certamente é um dos principais. Com sistema Android 2.3 Gingerbread, mas com a atualização para o 4.0 já disponível, o modelo é um dos carros-chefe tanto da Samsung quanto do próprio Android. Seu design é simples e bonito, a tela de 4,3 polegadas possui tecnologia Super AMOLED Plus e o hardware o torna rápido e potente.
A câmera traseira tem 8 megapixels, enquanto a frontal, para videoconferências, tem bons 2 megapixels.

Para quem tem dúvidas se prefere comprar um tablet ou um smartphone, o Galaxy Note é a melhor opção. A tela de 5.3 polegadas é bem útil para leitura de e-books ou quadrinhos, e a caneta stylus, também presente, faz do aparelho uma verdadeira alternativa ao tablet convencional. Ainda assim, usá-lo como telefone é também agradável. Apesar do tamanho, o Galaxy Note cabe no bolso sem problemas, como um celular comum.
Embora venha inicialmente com o Android 2.3 Gingerbread, já foi anunciado que a atualização para a nova versão do sistema, o Ice Cream Sandwich, estará disponível em breve.

Esta é a opção para amantes de jogos que querem celular e videogame no mesmo aparelho. O Xperia Play traz, além de uma tela de 4 polegadas e o Android 2.3 Gingerbread, um joystickembutido que simula o controle do PlayStation. Além disso, inclui diversos jogos e demonstrações.
O smartphone é equipado com uma câmera de 5 megapixels, razoável para um aparelho que tem como diferencial ser praticamente um videogame portátil.

O DROID Razr tem como diferenciais o design e a resistência. Com espessura de 7,1 mm, um dos mais finos do mercado, ele é protegido com a fibra Kevlar, utilizada para confecção de coletes à prova de balas. Além disso, conta com a tecnologia Gorilla Glass em sua tela de 4,3 polegadas e proteção contra respingos.
A câmera possui 8 megapixels e o display é um Super AMOLED, que, além de tudo, permite assistir TV em HD. O DROID Razr conta com o Android 2.3 Gingerbread.

O Atrix é um smartphone interessante. Com tela de 4 polegadas e memória de 16 GB, ele inclui o webtop, um aplicativo que permite tranferir o sistema do seu telefone para uma tela maior, com a ajuda de um dock acessório. O aparelho também conta com o navegador Mozilla Firefox, tornando a experiência de utilizá-lo com um monitor ainda mais próxima a um desktop padrão.
Entre suas destavagens, porém, estão a sua câmera, de somente 5 megapixels, e seu sistema operacional, o já ultrapassado Android 2.2 Froyo. Os donos do aparelho, no entanto, podem atualizá-lo para a versão 2.3.6 Gingerbread.

Dicas úteis para ir a shows e festivais
O Summer Soul Festival começou ontem (24) em São Paulo e apresentou artistas importantes do cenário da música nacional e internacional. Bruno Mars, Dionne Bromfield e Seu Jorge foram apenas alguns dos vários cantores que estão participando do festival. No dia 4 de fevereiro, Selena Gomez se apresenta no Rio de Janeiro em um show que promete ser incrível! E até o final do ano o país ainda vai receber muitos cantores legais por aqui. Claro que a gente não vai querer perder pelo menos um show, mas apesar de tudo, sempre tem a parte negativa, como aperto, fila, ingresso caro, etc. E você: sabe como se preparar para não pagar mico? Para isso não acontecer, preparamos um manual de sobrevivência para os shows e festivais. Confira as nossas dicas:
Ingresso
No dia do show vai ser praticamente impossível não enfrentar fila, ainda mais se for um megashow, como o do Justin Bieber. Mas você pode pelo menos evitar as filas na hora de comprar o ingresso. Em vez de perder o maior tempão indo até o local das vendas e enfrentar fila, compre o ingresso pela internet. Existem sites especializados (Livepass, Ingresso Fácil) em vendas online que garantem segurança na hora da compra. É uma opção, ainda mais se você não morar na cidade onde o show vai acontecer.

Foto: Thinkstock/Getty Images
O que vestir
Ingresso na mão e já chegou o dia tão esperado. Agora a dúvida que não sai da sua cabeça é: que roupa vestir? Para shows e festivais, uma palavra não deve sair da sua cabeça é: conforto! Lembre-se: você não está indo para a balada, mas para um lugar aberto, que pode ser de terra, com mais uma multidão de pessoas, que sim, vão pisar no seu pé em algum momento. Por isso, vista calça jeans e blusa confortáveis e tênis velho. Você vai se arrepender muito se for de salto! Outro detalhe importante: se o tempo ameaçar chuva e você for adepta da chapinha, leva a capa de chuva!

Foto: Ablestock/Keydisc
O que levar
Duas coisas indispensáveis: ingresso e RG. Sem eles você não vai conseguir entrar no show. Além disso, é sempre bom andar com uma identificação caso alguma coisa aconteça. Leve uma bolsa pequena e deixa-a sempre na parte da frente do corpo para não correr o risco de alguém abrir sem você perceber. Outra dica importante é guardar o dinheiro em lugares diferentes. Deixe uma parte no bolso (da frente), outra parte na bolsa, outra na meia. Assim você não corre o risco de ficar zerada caso perca a carteira, por exemplo.
#dica: compre uma “doleira”. Ela é uma bolsinha parecida com uma pochete, mas fica dentro da calça, presa por um elástico. Não tem como perceber que você está usando-a e também não tem como perder o que estiver guardado ali nem ser roubada. A doleira custa em torno de 10 reais.
Comida
A maioria dos shows e festivais proíbe a entrada de bebidas e alimentos. Por isso, reforce a alimentação antes de ir. Dentro desses locais, as bebidas e as comidas costumam ser muito caras. Vale a pena também esperar o show terminar e comer do lado de fora (mas claro, tome cuidado com o local escolhido para não ter uma dor de barriga depois…). Agora se a comida estiver liberada, vale a pena levar chocolates, barrinhas de cereal, salgadinhos e água.

Foto: PureStockX/DIOMEDIA
Como se comportar
É a primeira vez que você está indo a um show ou festival, mas ninguém precisa saber disso, não é mesmo? A gente sabe que você é louca pela Selena Gomez e não vai aguentar ver a diva de pertinho e não gritar! Mas espere ela chegar….Ficar ansiosa, chorando ou gritando só vai fazer mal ao seu organismo. E você não vai querer assistir o show da enfermaria, não é mesmo?
Muito cuidado com as câmeras e celulares. Existem pessoas que vão aos eventos só para roubar. ;/ Triste, mas verdade. E o pior é que a gente nem percebe. Por isso, não fique de bobeira. Tire fotos, mas guarde a câmera logo depois. Se você tem mania de perder as coisas, então é melhor nem levar. Tem vários sites especializados somente em tirar fotos de eventos. Você com certeza vai encontrar um.

Foto: Thinkstock/GettyImages
Uma última dica não menos importante é: vá de ônibus ou metrô. Indo de carro, você vai enfrentar congestionamentos, filas e desembolsar uma boa grana no estacionamento. O transporte coletivo é mais rápido e mais barato. ![]()
E lembre-se: um show pode se tornar um daqueles momentos TDB que a gente vai se lembrar forever! É só ficar atenta e aproveitar muito!
Texto: Letícia Greco
Foto: Thinkstock/GettyImages
Calendário: Acabe com o tédio nas férias.







Make com K: Trança espinha de peixe
Karol ensina a fazer um penteado lindo!







Siga-nos