Museu do Piauí
Criado em 1934, a princípio era uma seção do arquivo público do Piauí e em 1980 foi instalado no sobrado do antigo palácio do governo do Piauí. Em 1999 recebeu a denominação Museu do Piauí “Odilon Nunes” em homenagem a esse historiador piauiense.
O Museu do Piauí “Odilon Nunes”, fundado em 1934, surgiu como uma seção do Arquivo Público do Piauí, sob a orientação do professor Anísio Brito. Mas em 1980, o prédio passou por uma restauração e tornou-se sede apenas do Museu do Piauí, organizado em convênio com a Fundação Joaquim Nabuco de Recife.


O museu está instalado no antigo casarão do comendador Jacob Manoel Almendra, construído em 1859. Esse prédio foi palácio da justiça e sede do governo provincial e hoje abriga o mais importante e variado acervo histórico do Estado. Lá é possível encontrar peças do período pré-histórico, colonial, moderno e contemporâneo.
Há salas para visitação com exposições permanentes sobre os seguintes temas: “A Terra”; “O Homem – Arqueologia e Índio”; “Piauí Colônia”; “Piauí Império”; “República Velha”; “República Nova”; “Arte Sacra”; “Arte Popular”; “Comunicações”; “Heráldica”; “Numismática”; “Pinacoteca”; “Galeria dos Governadores”. O acervo que hoje se encontra em exposição é de, aproximadamente, 2 mil peças.
A peça que mais atrai a atenção de seus visitantes é a tela de dom Pedro II, do ano de 1875, pintada por Victor Meirelles de Lima. Há também a pia batismal de madeira do século XVI, que pertenceu à capela do brejo de Santo Inácio (fazendas nacionais de Oeiras). A pia era usada pelos jesuítas para batizar os índios, sendo uma das peças mais antigas em exposição.
Uma outra peça muito rara e de grande valor histórico é urna funerária de cerâmica que contém ossos de uma criança com data aproximada de 3 mil anos.
Em outubro de 1999, o museu passou a chamar-se Museu do Piauí “Odilon Nunes”, em homenagem do governo estadual ao grande historiador amarantino, por ocasião do centenário do seu nascimento.




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