Guia de Teresina /segmentos: Aqui você vai encontrar os principais segmentos dos setores de serviços e produtos da capital com endereços e telefones, bastando clicar na palavra sugerida do menu na página inicial.
Alimentos: Restaurantes, churrascarias, self service, frutos do mar e outros Bancos: Principais bancos e agências instalados em Teresina Bares: Barzinhos e barzões, pointes e atrativos Belaza: Academias, salões, clinicas de estética Comercios e indústras Ensino: Colégios, cursos, escolas púbicas, privadas, faculdades e universidades Imobiliárias: Corretores e creci Hospedagem: Hotéis, motéis, pousadas e flats Saúde: Hospitais, clinicas e consultórios Shoppings: Principais shoppings de Teresina Telefonia: Empresas de tecomunicações e serviços Turismo: Tra6de turístico Serviços: Outros serviços Veiculos: Concessionárias, mecânica, Ônibus, autorizadas Consulte o menu.Plantas para ter dentro de casa
Luz artificial, espaço limitado e pouca ventilação não impedem certas espécies de habitarem até lavabos. Tome nota de quais são e copie a maneira de apresentá-las
Texto Julia Benvenuto Fotos Edu Castello
Janela com paisagem
A vista verdejante está bem perto dos olhos nesta janela de vidro fixo, tomada por mais de 40 vasos. A paisagista Gabriela Pileggi Monteiro aproveitou a entrada de luz natural e planejou as prateleiras de mDF de 20 cm de largura (daquelas compradas em lojas de construção), alinhadas umas sobre as outras. O espaçamento entre as tábuas varia de 20 a 40 cm. as plantas – todas de pequeno porte – têm comportamento parecido: gostam de luz indireta e não dão trabalho, são de baixíssima manutenção. Anote os nomes: no centro, a partir da esq., véu-de-noiva, asplênio, espadinhas, seguidas da carnívora nepenthes, avenca, e minicactos variados. “O legal dessa ideia é a possibilidade de mesclar vasos de diferentes tamanhos e texturas”, sugere gabriela. Aqui, há modelos de barro, cerâmica e fibra natural, estes como cachepô.
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Chá natural
Latas de chá ganham outra utilidade além de decorar a cozinha. Faça dois ou três furinhos no fundo de cada uma delas, acrescente camadas de argila expandida, manta geotêxtil e terra adubada e plante ervas ou temperos. O parapeito da janela, que recebe a visita do sol por algumas horas, tem hortelã, manjericão e minirrosas. As recomendações para mantê-las saudáveis por mais tempo são quatro horas diárias de luz natural, regas a cada dois dias e retirada constante das folhas. “Nas latas maiores dá até para cultivar forrações, como barba-de-bode”, conta a paisagista Claudia Muñoz.
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Trio aéreo
Ganchos rosqueados no teto são o que você precisa para pôr esta sugestão em prática. O suporte de ferro da Jardineiro Fiel acomoda vasos do mesmo material com minissamambaias. A espécie vive em áreas sombreadas como poucas, porém – devido à origem tropical – não tolera baixas temperaturas. Precisa de adubação e regas periódicas.
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Para o alto e avante!
O sobe e desce pela escada de madeira seria menos interessante sem a presença da figueira-lira e da zamioculca. A primeira, uma árvore que alcança até 12 m quando plantada no solo, é contida pelo plantio em vaso. “Em um modelo de 65 cm de diâmetro a figueira atinge apenas 2,50 m de altura”, afirma Gabriela Pileggi Monteiro. ambas se adaptam bem a condições de pouca luz. Precisam apenas de solo úmido e fértil.
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Peixes fora d’água
Nos aquários de vidro, os peixes perderam a vez para ripsális e cactos. As duas variedades sobrevivem às mais desafiadoras condições. Para plantálas, a receita é um pouco diferente do tradicional: “Coloque uma camada de pedriscos, terra misturada com areia e, por último, a planta”, ensina a paisagista Claudia Regina, da la Calle Florida.
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Vasinhos engaiolados
Orquídeas phalaenopsis recheiam o interior da gaiola de ferro. a espécie eleita pela paisagista Claudia Munõz, da línea paisagismo, requer poucos cuidados: rega semanal e abrigo sombreado, protegido das correntes de ar. O lindo efeito florido, entretanto, tem duração de um mês. Depois, a orquídea perde as suas flores e os novos brotos surgirão no ano seguinte. Gaiola da art de l’ange.
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Compotas sem validade
Resistente e muito prática, a suculenta é um das melhores espécies para quem não tem tempo ou vocação de jardineiro. A família vive com pouca luminosidade e rega controlada – a cada 7 dias no verão e a cada 10, no inverno. No aparador rústico, o paisagista odilon Claro, da anni Verdi, usou porta-mantimentos, compoteiras, tampas e terrários como vasos. Neles, uma camada inicial de carvão vegetal absorve a água a mais da rega, indispensável para a sobrevivência do arranjo. Coube ainda na brincadeira uma pequena pata-de-elefante. Vidros da D’Kaza.
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Respiro de verde
A reunião com licualas, pacovás e íris ficou bem instalada embaixo da escada neste recorte de 4 m² de jardim pensado pelo paisagista gil Fialho. “as espécies estão plantadas em vasos de cimento e têm crescimento limitado a apenas um metro”, explica Fialho. Com o vidro por perto, elas recebem luz na medida. a forração de seixo rolado quebra a rigidez do piso cerâmico.
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Casinha arejada
O vistoso terrário de ferro exibe lanças-desão- jorge ora plantadas em vasos com terra, ora submersas na água. As suas folhas pontiagudas atingem até 50 cm de altura e aceitam as duas condições dentro de casa. Na parte inferior, o pacova aproveita o espaço livre. a espécie adora ambientes fechados, desde que tenha luminosidade por perto. A composição é da la Calle Florida.
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Luz, só de dicroica!
Duas suculentas em caixas de vidro provam que até no lavabo é possível ter plantas. Na bancada, elas dividem a área com perfumeiros. A montagem do vaso é simples. “Primeiro são colocadas as cascas de pínus e, no centro delas, a suculenta com um pouco de terra e areia”, explica a paisagista Drica Diogo, da pateo arquitetura e paisagismo. se quiser, você pode manter as espécies em vasos de plástico e só escondê-los com as cascas.
As flores mais perfumadas
A dica para curtir um exemplar de aroma marcante é não misturá-lo a outros
Repórter de imagem Luciana Rathsam | Fotos Pedro Abude
Manacá-de-cheiro – Arbusto nativo de até 3 m de altura. Durante a primavera e o verão, a planta apresenta simultanea-mente flores brancas e lilases. Tolera o frio e exige sol pleno. Costuma ser suscetível ao ataque das lagartas. Para controlar infestações, recomenda-se o uso de inseticidas biológicos.
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Gardênia – As flores brancas, com perfume doce e intenso, são o chamariz da gardênia. Após o amadurecimento, elas permanecem nos galhos, apresentando tons amarelados. Para garantir a florada, é indicado incorporar ao solo adubo orgânico rico em fósforo. Na versão míni, como a da foto, chega a 50 cm de altura.
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Camélia –Apreciadas pelo brilho da folhagem e pela delicadeza das flores, algumas camélias exibem um aroma sutil. É o caso da variedade Cammeliasinensis, uma árvore de até 15 m de altura com flores brancas e perfumadas,
e da Cammeliasasanqua, ou camélia aromática, que tem flores de cores que variam do rosa claro ao púrpura. Desenvolvem-se melhor em temperaturas amenas e toleram certo sombreamento.
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Jasmim – Nome comum a várias espécies do gênero Jasminum, os jasmins mais utilizados são os de flores brancas e perfumadas, que exigem pleno sol. São comuns as trepadeiras jasmim-dos-poetas e jasmim-dos-açores. O jasmim-da-china, jasmim-sambac e jasmim-estrela também podem ser conduzidos como trepadeiras, apoiando suas ramagens em suportes.
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Dama-da-noite – Com inúmeras inflorescências creme na primavera e no verão, que liberam um perfume muito acentuado à noite, este arbusto pode, inclusive, causar reação alérgica em algumas pessoas. Atinge até 3 m de altura.
Dupla improvável: verde e azul no jardim
Verde combina com amarelo, vermelho, laranja e – quem diria – com azul. A cor invade os jardins e cria variadas possibilidades de mistura. Aparece nas folhagens, nas flores, nos vasos, nas paredes, nos móveis, e até no céu
Fotos Edu Castello e Evelyn Müller
Um mar logo ali
A parede azul foi um pedido da moradora. “Confesso que acho essa cor difícil de usar em paisagismo, mas ela me pediu porque queria ter uma sensação de praia e mar. No final, gostei do resultado”, conta a paisagista Susana Bandeira, da Maria Flor Paisagismo. As antigas ripsális dispostas em xaxim ficavam presas direto no muro lateral da casa, o que aumentava a umidade. Para solucionar esse problema, Susana pintou o muro e instalou um painel de cumaru, isolado da parede por ripas de madeira. O clima tropical que a proprietária pediu também È observado na escolha das espécies-curinga, que v„o bem com sol ou sombra. Nos vasinhos, rips·lis (1), coluneia (2), bromélia candelabro (3) e cissus (4). Perto da porta, uma espada-de-são-jorge (5). No canto, à esquerda, liríopes variegadas (6) e bromélias fireball (7) acomodam-se no tacho de aço galvanizado. O vaso de cerâmica intermediário recebe um bálsamo (8) e, o mais alto, um cróton (9). Pendente Yamamura e futons da FutonCompany.

Painel super-resistente
A moradora queria uma parede inteira de plantas, mas buscava um jardim que exigisse pouca manutenção. A solução criada pela paisagista Claudia Diamant foi um grande e charmoso painel feito com diferentes larguras de madeira Cumaru, que acomoda uma jardineira e sete cachepôs de aço, pintados de azul. “nunca tinha usado o azul no paisagismo, mas acho que a combinação deu supercerto. o contraste ficou bacana e valorizou o verde”, conta Claudia. A iuca (1), disposta no vaso à direita, e as menores xanadu (2), peixinho (3) e moreia branca (4), no painel, foram escolhidas por serem resistentes e fáceis de cuidar.

Cor em tudo
Azul, verde, vermelho e rosa se misturam nas espécies e móveis, formando um colorido diário na varanda do paisagista Odilon Claro, da Anni Verdi. “É o lugar mais privilegiado da casa e a cor deixa o ambiente ainda mais interessante”, afirma. O confortável banco, sem encosto, permite que você aprecie a castanheira (1) e o agapanto (2), dispostos logo atrás. No canto, à direita, gerânio pendente (3) vermelho e primavera (4) podada rosa. Perto da porta, uma dracena (5). O deque de madeira de demolição, instalado para esconder o piso do qual o proprietário não gostava, è uma solução pr·tica e aconchegante. Em cima dos coloridos tamboretes importados da Indonésia, Odilon exibe sua charmosa invenção: virada de cabeça para baixo, a tampa de uma antiga bonbonnière serve de vaso para uma delicada muda de pata-de-elefante (6).

Pitadas azuladas
A parede do chuveirão, com um forte azul, se destaca das demais. “Adoro esse tom. Escolhi porque me lembra uma cachoeira em Ilhabela”, conta a proprietária e paisagista Maringá Pilz. A cor, em diferentes tons, é usada também na casa de passarinho (que ela ganhou de presente da filha), no banco e no vaso recheado com alecrim (1). A disposição e a escolha das espécies seguem um clima naturalista, preferência de Maringá e sua sócia, Barbara Uccello, que a ajudou na execução do projeto. As coloridas manac·-de-jardim (2), bom-dia (3) e agapanto (4) dividem espaço com inúmeras orquídeas (5), umas das paixões da moradora.
Blocos de concreto na decoração
Simples e barato, o material ganha novo status quando usado com criatividade. Ele pode virar suporte para plantas, suavizar os muros e até funcionar como uma mesinha lateral esperta na sala
Por Casa e Jardim OnlineVocê acaba de fazer uma reforma em casa e está faltando grana para comprar móveis e objetos de decoração que complementem a decoração? Acredite: as sobras de material de construção podem cumprir esse papel. Reunimos três soluções espertas e econômicas, pensadas por profissionais de arquitetura epaisagismo, que transformam simples blocos de concreto em peças descoladas. Inspire-se nas ideias abaixo e aproveite para criar as suas!

PAINEL VERTICAL
Pintado com tinta roxa, o painel deste quintal, desenhado pelo escritório de arquitetura Casa 14, possui blocos de concreto vazados, que formam os vasos com plantas pendentes. A ideia surgiu quando a moradora passava pela Avenida Faria Lima, em São Paulo, e viu um projeto semelhante

MESINHA ORIGINAL
Olha só que ideia simples e original: no apartamento da arquiteta Marina Cury, a mesinha de apoio, ao lado do sofá, é formada por blocos de concreto empilhados. Além do visual rústico, as peças têm nichos que servem perfeitamente para guardar jornais e revistas.

MURO DISFARÇADO
Neste projeto, assinado pela arquiteta Regina Adorno, inúmeros blocos de concreto forram o muro de 6 m x 2,70 m. Os vários nichos cinza acomodam espécies de fácil manejo e de pleno sol, entre elas ripsális (1) e trapoerabas roxas (2). No telhado da construção adicional, os mesmos blocos – agora inseridos na horizontal – são utilizados como jardineiras, com aspargos (3).
Pura energia
A jovialidade do verão europeu inspirou a decoração dessa festa de 15 anos, trabalhada com muitos arranjos florais, detalhes elaborados e estampas inéditasPor Juliana Centini | Fotos Alexandre Pirani![]() |
Uma jovem que gosta de se divertir, sem deixar a sofisticação de lado. Com essa descrição poderia ser definido o perfil da jovem anfitriã, Júlia. O pedido de uma festa alegre e animada o tempo todo foi atendido e aliado a um projeto decorativo cheio de ineditismo, assinado pela dupla Marcella Pastore e Marcelo Sampaio, e executado na Casa Petra, em São Paulo. “A mescla de tons fez com que tudo ficasse muito ‘pra cima’, além de os tecidos terem sido assinados por estilistas”, conta o banqueteiro e produtor. Em todos os ambientes a presença marcante das estampas, dos espelhos e dos vidros compôs o conjunto-chave da decoração, inspirada na badalada ilha europeia Ibiza – jovem e sofisticada como a dona da festa. Embora diversos, os arranjos florais foram executados nos mesmos tons pink, laranja e amarelo, “para manter a energia vibrante”, segundo Sampaio. Para dar-lhes forma, flores nobres como bocas-de-leão, rosas, tulipas, orquídeas e alstroemérias.
A formalidade, própria de celebrações que possuem um protocolo a ser seguido, foi quebrada por uma alternativa decorativa: os lounges. Amplos e confortáveis, propiciaram aos convidados oportunidade de interação. Seguindo a mesma proposta, as mesas de jantar, e toda a cenografia, figuraram um convite ao passeio e à troca de experiências. O tradicional também não foi visto na ala dos doces e do bolo, “texturizado com o padrão dos tecidos”, lembra Marcelo. Estruturada em módulos, em vez de uma grande mesa, a área foi selada com uma fita para que a aniversariante a “inaugurasse” na hora conveniente

Outro ambiente ganhou cadeiras de design moderno com estrutura metálica e estofado de couro branco, sofás e mesas de apoio, sobre as quais foram dispostos arranjos em vasos de vidro – no cenário há também flores em vasos altos e em bowls. Não faltaram pufes e almofadas para preencher espaços nos lounges.

Os doces desfilaram em modelos e forminhas diversas, todas elas cor-de-rosa. Os módulos receberam revestimento de tecido pink com faixa estampada, exibindo formas quadradas, com exceção do módulo do bolo – com formato redondo. A “escultura de açúcar” em quatro andares foi decorada com as estampas da decoração. Doces de palito também figuraram na lista de doçuras.
| Sirva-se Sucos Suco de peras com raspas de limão Suco de berries com hortelãCoquetel passado Canudinho de carpaccio ao pesto Canapé de peru com manga e gergelim Trouxinha de mortadela com foie gras Minicuscuz de camarão Roll de mussarela de búfala, parma e fios de ovos Hossomakis orientais de salmão, california e de atum Miniesfiha de ricota com zathar Vol-au-vent de pato com laranja Boleto de carne com molho barbecue Sushis de atum, salmão e californiaIlhas montadas servindo Minicubos de filé-mignon ao molho mostarda acompanhado de batata palha Saladinha oriental com molho de vinagre de arroz Cuscuz marroquino com cordeiro e damasco Salada de grão com coalhada seca Bobozinho de camarão com tapioca Creme de palmito com gruyére e grissines Creme de abóbora com lascas de pinhão Fondue de funghi com batatinhas Pão gigante ao pomodoro com pasta de quatro queijos Franguinho desfiado com catupiry servido em pãezinhos de queijo goianosMais tarde (passado) Capeletti de queijo com molho de alho-poró ao creme de leite frescoSobremesa passada Sorvete de pistache com calda de chocolate e marshmallow Sorvete de gianduia com calda de berries e tela de chocolate Merengue de figos verde Creme brüléeDa madrugada Minitostex Mini x-burger com cheddarCafé e chás diversos acompanhados de Minipães de mel Bombons cherry em dourado Coração musse em pink Línguas de gato |

Como grandes cúpulas de abajur, os lustres ocuparam principalmente a área do bar e o entorno da pista de dança. Ali, destacaram-se vasos espelhados com polpudos arranjos de alstroemérias e rosas pink e alaranjadas. Alguns em formato cilíndrico foram preenchidos com buquês de única espécie, como os de tulipas.
“A mescla de tons fez com que tudo ficasse muito pra cima”
Marcelo Sampaio

As mesas dos convidados têm acabamento em laca branca, circundadas por cadeiras Tiffany igualmente brancas. No centro, arranjos baixos, ora com rosas, ora com flores-de-ervilha. Um extenso muro inglês separou o ambiente, que recebeu iluminação intimista à base de velas e luz azul.
| ProduçãoConvidados: 400 pessoas Bebidas: Casa Valduga Bem-casados: Conceição Bem Casados Bolo: Simone Amaral Bufê: Marcelo Sampaio Cadeiras: 100% Eventos Cerimonial: Babi Leite Cortinas: Marcelo Sampaio Decoração: Marcelo Sampaio e Marcella Pastore Djs: Fernando Brandão (TRBR Eventos) Doces: Carol Melo Doces Doces: Marisa Doces Doces: Peppermint Iluminação: TRBR Eventos Lembrancinhas: Marcelo Sampaio Local: Casa Petra Lustres: Casa Petra Mesas: 100% Eventos Montagem: Marcelo Sampaio Móveis: Party Organização: Marcelo Sampaio Paisagismo: Marcella Pastore Pratos: Dona Filipa Produção: Marcelo Sampaio Serviço de mesa: Mesalinho Taças e talheres: Dona Filipa Tapetes: Marcelo Sampaio Toalhas: Mesalinho Topo do bolo: Simone Amaral Velas: Marcella Pastore |
Receitas de sucesso
Veja seis ambientes gourmet com tudo no lugar e espaço de sobra para receber em casa com total conforto
Texto: Juliana Duarte
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| À beira da piscina – Em dias de sol, o ambiente é o mais concorrido da casa. O projeto, assinado pelos arquitetos Ricardo Melo e Rodrigo Passos, soma 15 m² e foi planejado para um jovem casal. “Forno de pizza não poderia faltar, foi uma solicitação que eles fizeram”, comentam. Uma churrasqueira sempre a postos também foi incluída no cenário, assim como a ampla bancada de granito palha. Para facilitar o dia a dia e garantir segurança, os arquitetos optaram por piso cimentício (Solarium). Nas paredes, o material escolhido foi um mosaico de cerâmica (Antigua). |
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Cozinhar é uma verdadeira alquimia. Diferentes sabores, formas, texturas e cores compõem pratos de dar água na boca. Uma pitada aqui, outra ali: a regra é harmonizar
ingredientes e surpreender. Quem gosta de preparar receitas especiais não abre mão de um espaço completo, um laboratório gastronômico para testar receitas e criar. Dentro de casa, esse local tem nome e sobrenome: ambiente gourmet. Ele não pode faltar em projetos atuais e é sinônimo de diversão para todos – de jovens solteiros à família inteira. Mas, antes de aproveitar a área, é importante planejá-la da maneira correta; pequenos detalhes fazem a diferença no dia a dia. “Uma boa bancada e um projeto que facilite a organização dos utensílios são fundamentais para que todos possam curtir bons momentos”, afirma o arquiteto Ricardo Melo, que atua em parceria com Rodrigo Passos. O material do piso também deve ser escolhido com atenção. “Evite os que escorregam demais”, alerta. Armários devem ser funcionais, assim como a disposição de eletrodomésticos e móveis. “Se o espaço for bem planejado, a diversão será garantida”, ressaltam os profissionais.
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| Na área de lazer – Uma mistura de elementos rústicos e contemporâneos é a marca registrada desse espaço gourmet de 30 m², elaborado pelos arquitetos Gerson Dutra de Sá e Ana Lúcia Salama. Churrasqueira, geladeira, bancada ampla de granito preto absoluto e cooktop figuram no ambiente. “Também especificamos um sistema de áudio e vídeo para animar os finais de semana”, comenta o arquiteto. Para o piso, a opção foi pedra natural. Já nas paredes, destaque para os tijolinhos aparentes e pastilhas de vidro laranja (colocadas apenas na divisória frontal). O mobiliário (Artefacto) propicia o conforto necessário a familiares e convidados. Os armários foram desenvolvidos com laminado (Bontempo). |
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Na varanda – O ambiente gourmet de 50 m² foi planejado para um casal com dois filhos pequenos. “Eles solicitaram um local amplo e aconchegante para receber os amigos”, afirma a arquiteta Jóia Bergamo, responsável pelo projeto. O espaço fica na varanda e conta com churrasqueira, ampla mesa de madeira e até um cantinho para leitura – ideal para descansar depois das refeições. O teto foi rebaixado com gesso e recebeu lâmpadas PAR 20 e dicroicas. Para o piso, a arquiteta escolheu porcelanato Travertino Navona (Portobello). A ampla esquadria de alumínio conecta o ambiente à sala de estar. A bancada de granito preto complementa o cenário. |
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| Espaço high tech – O ambiente de 34,5 m² fica integrado à sala de jantar e foi projetado pela arquiteta Christina Hamoui. Cores sóbrias prevalecem no espaço e podem ser vistas no papel de parede cinza (Wallpaper) e na estante em laca preta, mesmo material usado para compor a bancada. “Colocamos um vidro em cima para facilitar a rotina”, observa a profissional. O contraste fica por conta do piso de mármore travertino branco e dos rodapés com 50 cm de altura. Tevês de LCD foram embutidas no armário que acomoda os utensílios. |
Quatro feiras de decoração acontecem em São Paulo
Prepare o seu roteiro de eventos. A partir do dia 24, lojistas e profissionais da área de decoração ficarão por dentro do que estará à venda nos próximos meses na área de design, utilidades domésticas e presentes. Saiba mais sobre as feiras e confira datas e horários para visitá-las
Por Casa e Jardim Online
Paralela Gift – 21ª edição
A feira, que acontece semestralmente, reúne expositores, marcas e estúdios de criação para mostrar móveis e objetos com design inovador.
Quando: de 24 a 28 de fevereiro de 2012
Horário: das 10h às 19h
Local: Prédio da Bienal do Parque do Ibirapuera, Portão 3
Mais informações: www.paralelagift.com.br
Craft Design – 20ª edição
A cada 6 meses, a Craft Design apresenta tendências na área de design e arte. Lá, designers consagrados se misturam aos novos talentos para dar frescor à área de decoração.
Quando: de 24 a 27 de fevereiro de 2012
Horário: de 24 a 26, das 10h às 20h; dia 27, das 10h às 17h
Local: Centro de Convenções Frei Caneca, Rua Frei Caneca, 569 – 5º andar
Mais informações: www.craftdesign.com.br
Gift Fair – 44ª edição
Referência em artigos para casa, a Gift Fair reunirá cerca de 700 expositores nacionais e internacionais.
Quando: de 27 de fevereiro a 1 de março de 2012
Horário: das 10h às 20h
Local: Expo Center Norte, Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme
Mais informações: www.giftfair.com.br
Abup Show – 24ª edição
Com o slogan “Inove e Renove”, a feira é especializada em utilidades domésticas e presentes.
Quando: de 24 a 28 de fevereiro de 2012
Horário: de 24 a 27, das 10h às 19h; dia 28, das 10h às 16h
Local: Prédio da Bienal do Parque do Ibirapuera, Portão 3
Mais informações: www.abup.com.br
CASA DESMONTÁVEL ACOLHE ALMAS NÔMADES
Quem tem espírito cigano, mas ao mesmo tempo gosta de estar sempre “hospedado” em sua própria casa, tem uma alternativa para conciliar esses dois pontos aparentemente antagônicos.
O Studio Aisslinger, escritório de arquitetura baseado em Berlim, na Alemanha, criou a Fincube, estrutura de madeira para montar uma casa que pode ser facilmente desmontada, transportada e remontada em qualquer outro local.
O primeiro protótipo construído tem 47 m² de área útil e foi erguido na comunidade de Ritten, ao norte da Itália, em um platô de cerca de 1,2 mil metros de altura.
A construção é sustentável do ponto de vista de consumo de energia e uso de materiais – adquiridos localmente e recicláveis. Um módulo feito com ripados vazados de madeira envolve toda a estrutura, e faz lembrar um cogumelo. Uma segunda camada interior, feita de vidro, traz conforto térmico à parte de dentro da casa. Para completar, o sistema de automação da residência controla suas funções principais por meio de um painel central. (JENNIFER GONZALES)
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A HISTÓRIA DO DESIGN EM UMA SÓ CASA
O bairro de Piraeus, um dos mais emblemáticos de Atenas, esconde uma casa que, vista de fora, é uma como tantas outras do local. Um sobrado de linhas clássicas, com um leve perfume mediterrâneo. A residência Grand Dame, no entanto, abriga uma verdadeira coleção de design, com móveis modernistas que apenas valorizam os traços originais da construção.
Quatro pessoas vivem no imóvel de 310 m². Uma reforma empreendida pelo estúdio ASKarchitects derrubou diversas paredes, criando ambientes mais amplos e iluminados. Além dos quatro andares da casa, eles fizeram um terraço na cobertura, sempre respeitando o traço original do edifício. Começou, então, o consistente trabalho de decoração, que sempre parte do estilo da escada e do ladrilho dos corredores, presentes em todos os andares.
Parquet e pisos frios dialogam com a decoração e definem distintos setores distribuídos conforme os pavimentos: social, serviço, íntimo, estudo e lazer. Em cada um deles, distintos móveis autorais exploram diferentes momentos da história do design moderno e contemporâneo. Nas salas, por exemplo, Arne Jacobsen comparece com duas poltronas: a Egg (1958) e a Swan (1956). Elas convivem perfeitamente com a luminária Arco (1962), de Achille Castiglioni.
No pátio interno e na cozinha, quem marca presença é Konstantin Grcic, com diferentes modelos da Chair One (2003). Sobre a mesa de refeições, a vermelhíssima luminária Hang PH5 (1958), de Poul Henningsen, injeta vida no ambiente. Já o salão de jogos ganha jovialidade com a versão redonda da mesa Pedestal (1956), de mármore branco, ícone do design de Eero Saarinen.
Em um dos livings, a cadeira RAR (1948), de Charles e Ray Eames, surge em versão cinza, sem encosto lateral. O casal norte-americano aparece novamente no quarto de um dos filhos, onde as inconfundíveis bolas coloridas do cabideiro Hang It All (1953) trazem um pouco mais de diversão à atmosfera infantil, além de coroar a notável coleção de objetos autorais.
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OS ANOS 50, 60 E 70 EM UMA SÓ CASA
As linhas dos móveis são dos anos 50, a arte é dos anos 60, e a explosão cromática é dos anos 70. Esse conjunto, que poderia ser visto como algo parado no tempo, cansado, revela-se uma equilibrada composição, cheia de vida, cor e brilho.
Trata-se de uma casa nos arredores de Paris, onde o destaque é o ambiente social que reúne living, sala de jantar e cozinha. A tapeçaria é toda da maison francesa Sanderson, da série anos 50.
A mesa de centro é outro representante do design espacial dessa época, e seus pés palito estão presentes em outros móveis como os sofás e as poltronas estofadas, mais austeros. A cadeira de balanço Eiffel, de Ray e Charles Eames, aparece em versão preta.
Mais contemporânea, a cozinha está integrada à sala de jantar, onde a mesa de madeira maciça está rodeada por uma coleção de assentos DSW, também do casal Eames, em versão azul celeste, amarelo, preto, vermelho e verde. Aqui e ali, cartazes dos filmes – a maioria clássicos do terror B, garimpados em mercados de pulga – dão um caráter jovial e underground ao ambiente.
O escritório e o quarto também têm sua bossa. Tecidos coloridos marcam os espaços. Na área de trabalho, a cadeira Tulip, de Eero Saarinen, convive em harmonia com outra unidade azul da DSW.
E, por toda parte, em todos os ambientes, os papéis de parede mantém o ar futurista vivido no décor dos anos 50, 60 e 70, mas com grafismos que fazem uma clara alusão ao design dos Eames. Um sopro de energia em um conjunto que de datado, não tem nada.
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Fonte: Casa e Jardim
CASA-SPA É ANEXO QUE ROUBA A CENA
Com as montanhas ao fundo e uma esplêndida vista para o mar, a Spa House é o anexo que acabou roubando a cena da casa principal localizada em Hout Bay, Cidade do Cabo. Criada pelos arquitetos do estúdio Metropolis Design para ser uma espécie de abrigo de hóspedes e espaço terapêutico, ela reúne tudo o que uma casa precisa, e um pouco mais.
Estão lá a suíte, o living e a sala de jantar integrado a uma funcional cozinha. Mas a piscina ocupa um lugar especial no projeto, de modo que o reflexo da água produz surpreendentes efeitos nos planos externos da casa, da mesma forma que determina o colorido e relaxante ambiente do subsolo, onde funciona o spa, e que se abre para o fundo do tanque através de três janelas.
O bloco onde está a suíte tem lugar de destaque no volume, por conta de sua projeção externa, sobre a água. O living se integra totalmente à piscina conforme as portas de vidro são abertas. Já o conjunto de sala de jantar e cozinha ocupa um pavimento intermediário, enterrado a 0,5 m, que se divide em duas raias, tendo uma espécie de ilha entre elas.
Estruturado em metal, o edifício tem acabamentos de concreto no quarto, no spa e na área da piscina. Externamente, predomina um revestimento com placas de madeira e muito vidro. Para completar, o próprio volume da casa protege a pisicina do vento predominante, ao mesmo tempo que reflete a luz do sol, garantindo condições ideais para que hóspedes ou proprietários circulem livremente entre água e spa.
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ARQUITETOS ENTERRAM CASA NA MONTANHA
Casa na montanha ou casa da montanha? No caso da Villa Vals, na Suíça, a resposta é irrelevante. Enterrada na encosta de um morro da cidade de Vals, como se fosse uma toca (ou uma casa de duendes), a residência leva a ideia de morar na montanha às últimas conseqüências – mas sem deixar de lado uma boa dose de arquitetura e design.
A começar pelo seu aspecto brutalista, reforçado pela presença marcante do concreto aparente nos acabamentos internos e pelas pedras da fachada inclinada. Um bom começo para deixar bem claro que, de rústica, ela não tem nada.
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Disponível para locação nas férias, a residência totalmente equipada foi desenhado pelos arquitetos Bjarne Mastenbroek e Christian Müller, dos escritórios Search e CMA. Eles queriam integrar a casa na paisagem, a fim de manter a natureza o mais intocada possível.
Dessa maneira, o acesso se dá através de um túnel subterrâneo que parte de um barracão de madeira. A partir daí, o espaço reserva uma surpresa após a outra – seja pela decoração, inteiramente feita com peças de design holandês, seja pelas soluções arquitetônicas de aproveitamento do espaço nas salas, cozinha e dormitórios. Todos abrindo espaço para o protagonista do projeto: a vista para a paisagem da região, repleta de vales e vegetação exuberante, que podem ficar ainda mais bonitos com a neve do inverno.
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BIENAL DE VENEZA JÁ TEM TEMA PARA 2012
A Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza já tem tema definido para a edição de 2012: Common Ground ou, em português, território comum. Indicado em dezembro passado como curador da mostra, David Chipperfield é quem escolheu o assunto, tão instigante como abrangente. Os limites entre o espaço público e o privado, o compartilhamento de terrenos, identidades e linguagens – muitos são os possíveis debates que surgem a partir da proposta idealizada pelo arquiteto inglês.
“Estou interessado naquilo que os arquitetos têm em comum, desde as condições para o exercício profissional até suas influências, colaborações, histórias e afinidades que moldam e contextualizam nosso trabalho. Quero aproveitar essa oportunidade para reforçar a compreensão da cultura arquitetônica e enfatizar a continuidade filosófica e prática que isso representa”, explica Chipperfield.
Marcada para o período entre 29 de agosto e 25 de novembro, a Bienal de Arquitetura chega a sua 13ª edição com a exposição de projetos provenientes de 41 países. Além das mostras nacionais, haverá exibições organizadas por entidades e organizações internacionais, dentro da programação que tradicionalmente acontece nos pavilhões do Giardini, do Arsenale e do centro histórico de Veneza.
Caleidoscópio de aço e vidro
Sede da orquestra sinfônica da Islândia, o Harpa Concert and Conference Centre é uma obra de arte. Inaugurado em setembro, ajudou a colocar o país no quarto lugar do ranking de roteiros tops de 2011 do the New York Times. Projetado pelo escritório dinamarquês Henning Larsen Architects, o bloco multifacetado de 28 mil m² teve sua fachada de vidro concebida pelo conceituado escultor Olafur Eliasson. O artista buscou nos cristais de basalto, comuns na região, a inspiração para criar milhares de células coloridas e transparentes que refletem a paisagem. Cor e intensidade mudam de acordo com a incidência de luz natural. Por meio de módulos hexagonais de vidro e aço, que possibilitam perspectivas em duas e três dimensões, o time de arquitetos deu forma ao complexo com quatro salas de concerto, nas quais predomina o vermelho.
Com janelões de vidro, cozinha gourmet fica mais arejada e convidativa
O jardim fica visível por conta das janelas de vidro.
Receber os amigos para ver TV e saborear um belo almoço junto ao jardim – agora os donos desta casa em São Paulo contam com o cenário ideal para isso. A arquiteta Deborah Roig substituiu as paredes por esquadrias pivotantes de vidro, que deixam cozinha e home theater claros e ventilados. Ela também investiu no piso cimentício (Solarium) e no painel de vidro recortado (a TV giratória serve aos dois espaços) para favorecer a unidade visual. Lá fora, o muro de pedras moledo (Pedras Bellas Artes) e o deck marcam o paisagismo. “Bicas vertem água sobre bolas de cimento, fazendo um barulhinho relaxante”, detalha Deborah. Na cozinha, a marcenaria tem ilha com cooktop na bancada de Marmoglass (Santorini Mármores).
Abaixo à esquerda: em torno de 13% do Corian (DuPont) suede é de materiais reciclados. O m² (12 mm de espessura) sai por cerca de R$ 1 800, na Di Mármore. Há outras 15 opções de cor para a lâmina porcelânica The Size, da Alicante. O m² instalado da mela (5 mm de espessura) vale R$ 990 (abaixo ao centro). Com porosidade praticamente nula, a superfície de quartzo da Silestone na cor doradus (espessura de 20 mm) custa a partir de R$ 1 200 o m² (abaixo à direita).
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