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As 10 melhores marchinhas de Carnaval de todos os tempos

Você conhece alguma marchinha carnavalesca? Antes de responder que não, confira nossa lista com as 10 melhores – que foram bem difíceis de eleger. Você vai ver que esses repetitivos refrões estão colados (e muito) na nossa memória.

Por Pollyane Lima e Silva

10. Chiquita Bacana

Foi composta por Alberto Ribeiro e João de Barro, o Braguinha, em 1948, e se tornou a sensação do Carnaval no ano seguinte – e no outro, e no outro… E essa marchinha deu frutos, literalmente: a música A Filha da Chiquita Bacana, por Caetano Veloso, que diz “puxei a mamãe”.

Refrão: Chiquita Bacana lá da Martinica / Se veste com uma casca de banana nanica

9. Maria Sapatão

A criação é de João Roberto Kelly mas quem popularizou essa marchinha foi o velho guerreiro Chacrinha, que o ajudou na composição, na década de 50.

Refrão: Maria Sapatão, Sapatão, Sapatão / De dia é Maria / De noite é João

8. A Pipa do Vovô

Essa marchinha não é mesma sem a voz inconfundível de quem a fez tão famosa: Silvio Santos, nos anos 80. Mas letra e música são autoria de Manoel Ferreira e Ruth Amaral, apesar de muitos creditarem a autoria ao apresentador.

Refrão: A pipa do vovô não sobe mais / A pipa do vovô não sobe mais / Apesar de fazer muita força / O vovô foi passado pra trás

7. Aurora

Mario Lago já contou os bastidores por trás da marchinha Aurora, feita em uma Quarta-Feira de Cinzas, “numa época em que Quarta-Feira de Cinzas era realmente uma tristeza”. O ano era 1941, e a música ganhou as ruas no Carnaval seguinte – e segue sendo uma das mais tocadas ainda hoje. Em um dia, Roberto Roberti chegou com o refrão para ele, e os dois terminaram a letra juntos.

Refrão: Se você fosse sincera / Ô ô ô ô Aurora / Veja só que bom que era / Ô ô ô ô Aurora

6. Me Dá Um Dinheiro Aí

Ivan, Homero e Glauco Ferreira compuseram Me Dá Um Dinheiro Aí em 1959 que, com a ajuda da voz e do sucesso de Moacir Franco na época, virou um dos lemas de Carnaval de 1960. Marlene e Elizeth Cardoso também gravaram suas versões.

Refrão: Ei, você aí / Me dá um dinheiro aí / Me dá um dinheiro aí

5. Saca Rolha

No Carnaval de 1954, essa foi uma das marchinhas mais tocadas. De autoria de Zé da Zilda, Zilda do Zé (eles eram um casal) e Waldir Machado, ganhou um prêmio no concurso de músicas carnavalescas daquele ano.

Refrão: As águas vão rolar / Garrafa cheia eu não quero ver sobrar / Eu passo a mão na saca, saca, saca-rolha / E bebo até me afogar

4. Abre Alas

É a primeira marchinha de que se tem notícia, composta nos longínquos 1889 por Chiquinha Gonzaga – e é também a de maior sucesso da carreira dela. Foi feita para o cordão carnavalesco Rosas de Ouro, do Rio de Janeiro.

Refrão: Ô abre alas que eu quero passar / Ô abre alas que eu quero passar / Eu sou da lira não posso negar / Eu sou da lira não posso negar

3. O Teu Cabelo Não Nega

Abre Alas é pioneira, mas se a marchinha é tão popular hoje em dia, deve muito a Teu Cabelo Não Nega, que bombou em 1932. A letra original foi criada por uma dupla pernambucana que a entregou aos cuidados de Lamartine Babo, para que ele lhe desse “um ar mais carioca”.

Refrão: O teu cabelo não nega, mulata / Porque és mulata na cor / Mas como a cor não pega, mulata / Mulata eu quero o teu amor

2. Mamãe Eu Quero

A gravação original de Mamãe Eu Quero data de 1937, sob autoria de Jararaca e Vicente Paiva. Mas ela só passou a ser uma das queridinhas do Carnaval depois que Carmen Miranda a regravou em 1941. Por isso, quase todo mundo credita a composição erroneamente a ela.

Refrão: Mamãe eu quero / Mamãe eu quero / Mamãe eu quero mamar / Dá a chupeta / Dá a chupeta / Dá a chupeta / Dá a chupeta pro bebê não chorar

1. Turma do Funil

No Carnaval se bebe muito. E quem aproveita para chutar o balde sem qualquer preocupação nessa época pode se encaixar perfeitamente na Turma do Funil – daqueles que não desperdiçam uma única gota. A marchinha foi criada em 1956 por Mirabeau, M de Oliveira e Urgel de Castro e ganhou uma regravação de muito sucesso em 1980, por Tom Jobim e Miúcha.

Refrão: Chegou a turma do funil / Todo mundo bebe / Mas ninguém dorme no ponto / Ai ai, ninguém dorme no ponto / Nós é que bebemos e eles que ficam tontos

Fonte: Revista Veja

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One comment

  1. E a marchinha, Olha a cabeleira do Zezé? Na minha opinião deveria estar no lugar da Pipa do Vovô que é fraca.

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