banne4
banne2
banne1
copa
salmo1
<< >>

A chance de brincar com armas de tinta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NA MIRA | Nos fins de semana, Thiago Bachin empunha sua arma de tinta e se diverte com os amigos por até oito horas seguidas. “Sempre tive uma ligação forte com a vida militar”, diz o empresário. “Por isso tenho tanta afinidade com o paintball”

Sócio de um grupo que inclui duas agências de marketing digital e uma de desenvolvimento de softwares, Thiago Bachin pensa em negócios 24 horas por dia. Para se desligar da rotina, nos fins de semana ele empunha uma arma e dispara bolas de tinta contra os amigos

Os últimos doze anos foram intensos para o empresário Thiago Bachin, de 31 anos. Sócio do grupo DBG — formado por duas agências de marketing digital especializadas em performance e branding, a Cadastra e a New Blue, e uma de desenvolvimento de softwares, a SmartSuite —, ele vive em viagens entre os escritórios de Porto Alegre e São Paulo. Com uma equipe de 115 pessoas e um número de projetos que chegou a 60 em 2011, Bachin não tem muito tempo para relaxar. “Penso nos negócios 24 horas por dia”, diz. “Houve um ponto em que precisei encontrar uma atividade que ocupasse o corpo e a mente, me impedindo de pensar no escritório por alguns momentos.” Por sugestão de uma amiga, Thiago testou o paintball cenário, modalidade na qual a guerra de bolas de tinta colorida acontece em ambientes reais, como praias desertas, velhas fábricas ou construções abandonadas. E se encantou. Vestido com uma farda do Exército — todos os participantes usam uniformes reais, de soldados ou policiais –, ele joga todo fim de semana em São Paulo, com grupos de 30 a 70 pessoas, durante até oito horas. “Fazemos intervalos a cada meia hora para descansar, recarregar a munição e trocar a missão”, conta. Embora as empresas organizadoras ofereçam todos os apetrechos para locação, Thiago investiu cerca de R$ 2 mil no próprio equipamento. Além da farda, o kit inclui uma máscara de proteção com lentes que não embaçam, o cilindro compressor que dispara os tiros e uma arma (ou “marcador”, no jargão do esporte) — o modelo X7 Phenom, da marca americana Tippmann. A cada dia de prática, Bachin consome cerca de 500 bolas de tinta (o lote sai por R$ 25, em média) e paga mais R$ 40 pelo uso do campo. Segundo o empresário, os combates exigem muito dos jogadores. “O paintball requer preparo físico e emocional. Ninguém gosta de ficar levando tiro”, brinca. 
O QUE FALTA CONQUISTAR
Na visão de Bachin, a rapidez com que as mudanças ocorrem no mundo virtual impede planejamentos de longo prazo. Mas ele sabe aonde quer chegar até o fim de 2012. “Queremos expandir o grupo DBG, inaugurando outras agências que ofereçam serviços complementares.
 
” Por Flávia Pinho/PEGN
468 ad

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>